Sábado, 31 de Maio de 2008

Os três mosqueteiros

 

 

 

 

 


Já lá vão os tempos em que os mosqueteiros existiam para servir o rei. Hoje em dia o mosqueteiro é o rei. Assim como também o são mais alguns «cavaleiros» que juraram servir sua majestade enquanto o seu reinado durar.
Ora desenganem-se aqueles que pensam que os papéis se inverteram… Lá por ser mosqueteiro, o rei não passou a servir o povo. Não! Nada disso! Antes pelo contrário, o rei está cá para fo--- o povo.
Passemos então às apresentações (imaginemos uma música de fundo do tipo «Eye of the tiger» dos «Survivor»):
- Em primeiro lugar, natural de Vilar da Maçada, Alijó, nascido a 6 de Setembro de 1957, secretário-geral do Partido Socialista, pseudo-licenciado em Engenharia Civil pela Universidade Independente e actual primeiro-ministro de Portugal, José D’Artagnan Sócrates!!! O segundo mosqueteiro, aos saltinhos atrás de José Sócrates, natural, provavelmente, de Marte, nascido a 28 de Outubro de 1954, licenciado em Economia e actual ministro da Economia, Manuel Aramis Pinho!!! Por último, mas não menos importante, natural de Lisboa, nascido a 12 de Outubro de 1943, licenciado em economia, actual governador do Banco de Portugal e também sósia quase perfeita do corcunda de Notre Dame, Vítor Porthos Constâncio!!! Eis os Três Mosqueteiros.
Passo então a explicar o porquê deste título atribuído a tão importantes figuras.
Inevitavelmente, para não parecer indiferente ao assunto, tenho que falar sobre o aumento dos combustíveis. Muito se ouve falar de boicotes às gasolineiras, muito se ouve falar da quantidade de portugueses que se dirigem ao outro lado da fronteira para atestar o depósito, muito se ouve falar do aumento da pobreza e de uma hipotética redução da classe média. Há que pensar positivo. Podíamos ser invadidos por extra terrestres a tentar acabar com a nossa economia. Ah, mas se calhar já fomos invadidos (O Manuel Pinho, esse malandro!).
O que acontece é que estes três senhores estão em plena concordância no que toca ao aumento dos combustíveis. E não é que os sacanas acham bem?

José Sócrates diz que
«Este não é o momento para ceder nem à demagogia nem à facilidade. Um governo responsável não o pode fazer, deve sim ajudar quem mais precisa e foi o que fizemos». Desculpe a falta de atenção senhor primeiro-ministro, vossa majestade. Isso foi quando? Ah, já sei. Foi no mesmo dia em que prometeu deixar de fumar! Por favor aceite as minhas mais sinceras e humildes desculpas. Ajoelho-me perante vós para receber o meu merecido castigo. Já agora, tem por aí um cigarrinho?

Manuel Pinho esteve num debate em Bruxelas e afirma que
«Não estão previstas nenhumas medidas fiscais» e diz ainda de modo desprezível que «O que me limitei a fazer é a lançar este debate a nível europeu porque acho que é o local correcto para olharmos para esta questão». Claro senhor ministro. Eu também acho que o sítio ideal para me bronzear é na praia e a maior parte das vezes não é lá que apanho sol!

O Corcunda de Notre Dame… ups! Desculpem! Estou-me sempre a enganar. Ai ai Daniel… essa cabeça! Dizia eu, Vítor Constâncio diz que o aumento dos preços dos combustíveis
«É como uma espécie de imposto, que é cobrado do exterior sobre todos nós, sobre a economia portuguesa, e ao qual não podemos fugir no imediato. A economia no seu todo não pode fugir» e considerou ainda que «não é benéfico haver uma subida dos custos, preços e dos salários». Não, não é benéfico. Basta aumentar os custos e os preços. De resto, a malta safa-se com uns créditos e uns assaltos a caixas multibanco.

Assim sendo só há uma explicação lógica para isto; Portugal está à beira do abismo e estes senhores estão, literalmente, a cagar-se para o país! Quem sabe se ganhassem o salário mínimo mudariam de ideias! Deixo a proposta no ar…
Não faço apelos a estas personalidades, até porque a meu ver são persona non grata. Mas uma coisa é certa: alguma coisa tem que ser feita, caso contrário continuaremos a ser gozados por estes senhores e a sua política de recessão!
Haja saúde! Isso é que é preciso! Espera lá… Mas esse sector também está um bocado mal, não está? Não interessa. Desde que haja futebol o povo está contente. Então viva à Selecção Nacional! E mais não digo… Olé!!!

Publicado por Antrópico às 19:52
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