Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Utilidade dos inúteis

Durante o dia de hoje, enquanto me alimentava de modo noticioso, de uma forma um tanto ou quanto exacerbada, achei por bem vomitar algumas dessas notícias e falar delas aqui no " Uma página da minha vida!". Isto vai um pouco de encontro ao sentimento que nutro, não só por Portugal, mas também pelo restante "sistema solar" que gira em torno deste nosso grande país. Até porque uma notícia lida e posteriomente vomitada fica com muito pior aspecto e, verdade seja dita, é isso mesmo que a malta quer! Assim sendo, aqui vai...

O reconhecimento ecuménico da família real britânica nem sempre acontece pelos piores motivos, dos quais destaco os dois piores: as orelhas do príncipe Carlos e, este último ainda mais grave, um caso pioneiro de cancro desenvolvido pelo mesmo; Camilla Parker (passo a redundância). Não sei se já tiveram a oportunidade de observar bem a Camilla Parker, mas confesso que olhar, nem que seja para uma fotografia desta senhora, até faz arder os olhos. A meu ver esta senhora poderia ter singrado no cinema e para isso bastava substituir o Richard Kiel no papel de vilão em dois dos vários filmes de James Bond; 007, o espião que me amava (1977) e 007 contra o foguete da morte (1979). Para quem não sabe quem é Richard Kiel, devem, provavelmente, lembrar-se do famoso "Dentes-de-Aço que figurou nestas duas aventuras de James Bond.


Mas estava a falar do príncipe Carlos... A verdade é que este verdadeiro gentleman completa 60 anos no dia 14 de Novembro e vai fazer história, pois nunca nenhum príncipe de Gales chegou a essa idade sem ser proclamado rei. Resta saber se isso será motivo de orgulho ou uma motivação para planear uma morte acidental para a rainha Isabel II, cuja carcaça com 82 anos continua rija como o aço! E tem mesmo que ser assim. Ter um filho com 60 anos que ainda vive lá em casa... haja paciência.


O próximo tema não tem muito que ver com esta curiosidade da realeza britânica. Ou até pode haver algo idêntico, como por exemplo a inutilidade do príncipe Carlos e os próximos intervenientes dos quais vou falar.

Quando eu era mais novo, costumava dizer aos meus pais que queria ser engenheiro de contrução civil (quero deixar bem claro que não tenho nada contra engenheiros de construção civil) e isso, creio eu, enchia-os de orgulho. Depois idealizava as coisas boas que podia fazer para as pessoas: casas, lares, infantários, escolas, entre muitas coisas mais. Então, um dia, quando estava a falar com a minha mãe e voltei a dizer que queria ser engenheiro de construção civil a minha mãe, cheia de orgulho, vira-se para mim e diz-me:


- Que bom filho. O nosso país precisa de tanta coisa que rapidamente vais subir na carreira e tornar-te independente. Até acredito que na altura que te formares, vai haver uma universidade com o nome Independente.


Os meus olhos arregalaram-se, comecei a tremer e a chorar convulsivamente, perdi o controlo das minhas necessidades fisiológicas e rapidamente me tornei num mini Nostradamus de 6 ou 7 anos de idade. Depois de profetizar a desgraça ainda silenciosa que se iria abater sobre Portugal, olhei para a minha mãe e disse:


- Olha mãe, já não quero ser Primeiro Ministro, digo engenheiro. Deixa-me antes ser traficante de droga, que é uma profissão mais digna!

A verdade é que não sou nem uma coisa nem outra. Mas também não estou nada chateado com isso.

O que realmente me chateia é a barganha que o nosso governo faz ao país. Mais uns tempos e a palavra "democracia" vem com um significado diferente no dicionário português. Mas ainda há gente com tomates para dizer o que pensa. Estou a falar de Manuel Alegre. Este grande senhor é um conceito perfeito do que deveria ser a democracia. Ainda assim, o chorão (entenda-se José Sócrates) ainda veio a público acusar Manuel alegre de «estar sempre disponível para dar razão a toda a gente, menos ao Governo e ao PS». Isto porque Manuel Alegre criticou a ministra da educação devido à sua teimosia e inflexibilidade, considerando esta uma situação insuportável. Este é um perfeito exemplo de que é preciso fazer barulho para incomodar aqueles que andam a brincar à política, é preciso fazer barulho porque este país é nosso! Dar com uma mão e tirar com a outra não é política! Como costumamos dizer aqui entre amigos:


- Não sabes brincar vai para casa.

E leva contigo a Maria de Lurdes Rodrigues, brinca com ela aos médicos e enfermeiros e façam múltiplos clisteres um ao outro para ficarem bem limpinhos, pois com as ideias de merda que têm parece que a vossa imaginação vem dos intestinos em vez de vir da cabeça.


Et voilá! E mais não digo! Olé!

Hoje estou...: Nem sei!
Publicado por Antrópico às 03:17
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